A máquina de ressonância magnética tem um grande ímã que interage com nosso corpo por meio de campos magnéticos e pulsos de radiofrequência. Assim, cria imagens em alta definição em três planos: horizontal, vertical e com o corpo dividido em camadas. Até por não emitir radiação e ser bem completo, o exame tem um custo relativamente alto.

Os exames de diagnóstico por imagem, como raios-X, tomografia e ressonância magnética, possibilitaram que os médicos tivessem uma visibilidade com maior definição das estruturas internas dos órgãos.

As condições patológicas antes nem imaginadas que acometem cada paciente, agora esclarecidas com a ressonância magnética, garante, por consequência, tratamentos mais eficientes.

A redução da mortalidade é nítida para quem tem acesso ao aparelho de ressonância magnética.

A medicina evolui junto com a tecnologia, isso permite o constante lançamento de novos exames com mais qualidade e menos risco para os pacientes.

A ressonância magnética é um exame de diagnóstico por imagem que consegue criar imagens de alta definição dos órgãos internos através da utilização de campo magnético.

A agitação das moléculas gerada pelo campo é captada pelo aparelho e transferido para um computador que foi preparado com uma série de fórmulas matemáticas e com isso.

O resultado dos cálculos é decodificado em imagem em alta definição, de acordo com a potência de até 3 tesla do aparelho de ressonância, sem prejuízo ao paciente.

O exame de ressonância magnética não utiliza radiação ionizante, porém uma vez que o aparelho tem um potente campo magnético é preciso tomar cuidado para não utilizar elementos metálicos durante o exame como:

  • Jóias.
  • Objetos metálicos.
  • Maquiagem.
  • Placas utilizadas por ortopedistas para fixação dos ossos ou até mesmo marcapassos mais antigos.